sinto vergonha de escrever
mesmo sabendo que ninguém lê,
pois ai vai minha poesia,
padacinhos de heresia:
toco teus amores
toco com a alma
sinto teus calores
sinto eles com calma
provo teu rumores
provo que é verdade
ouço teus sabores
ouço já bem tarde
me mostre as suas cores
mostre seu estandarte
e eu te dou as minhas flores
e te ensino a minha arte
terça-feira, 25 de maio de 2010
Tardes de domingo
Todas as pessoas poderiam viver felizes por aí pela eternidade, mas ao invés disso elas acabam morrendo, e não é porque Deus as convocou pra tocar na banda dele, eu sei o porquê.
No final são as tardes de domingo que se tornam insuportáveis; aquela horrível sensação de não ter absolutamente nada para fazer que se intala em torno das 14h55, quando você sabe que já tomou um número mais que razoável de banhos naquele dia, quando sente que, por mais que tente se concentrar em qualquer artigo, nunca conseguirá lê-lo nem colocar em prática a nova e revolucionária técnica de Culinária (Jardinagem, Para-quedismo ou seja lá o que for) que ele descreve, e quando sabe que, enquanto olha para o relógio, os ponteiros se movem impiedosamente em direção às 16 horas e logo você entrará no longo e sombrio entardecer da alma.
A partir daí as coisas começam a perder o sentido e as pessoas sofrem as suas maiores crises existenciais (principalmente os dentistas)e é isso que rouba a nossa juventude, as pessoas morrem porque já não aguentam mais as tardes de domingo e nem encarar a segunda que está por vir. Eu poderia viver 79889509 anos se a semana tivesse só 6 dias.
Mas do jeito que a coisa vai, acho que não passo de 42.
(com trechos de douglas adams)
No final são as tardes de domingo que se tornam insuportáveis; aquela horrível sensação de não ter absolutamente nada para fazer que se intala em torno das 14h55, quando você sabe que já tomou um número mais que razoável de banhos naquele dia, quando sente que, por mais que tente se concentrar em qualquer artigo, nunca conseguirá lê-lo nem colocar em prática a nova e revolucionária técnica de Culinária (Jardinagem, Para-quedismo ou seja lá o que for) que ele descreve, e quando sabe que, enquanto olha para o relógio, os ponteiros se movem impiedosamente em direção às 16 horas e logo você entrará no longo e sombrio entardecer da alma.
A partir daí as coisas começam a perder o sentido e as pessoas sofrem as suas maiores crises existenciais (principalmente os dentistas)e é isso que rouba a nossa juventude, as pessoas morrem porque já não aguentam mais as tardes de domingo e nem encarar a segunda que está por vir. Eu poderia viver 79889509 anos se a semana tivesse só 6 dias.
Mas do jeito que a coisa vai, acho que não passo de 42.
(com trechos de douglas adams)
burlando pensamentos.
que eu peque por ser impulsiva, não por ser absorta. FEELING. que eu use da minha percepção clara, objetiva e imediata de verdades sem necessidade da intervenção do raciocínio, relatividade é relevante. defendendo antes de qualquer coisa a lealdade aos meus sentimentos, porque não é possível que não haja nada de altruísta nisso tudo. porque um corpo partido em dois não sabe como dormir. e eu preciso dormir.
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Carta sem um amor
Eu escrevi esse rascunho de carta na parte detrás do meu caderno a algum tempo logo após algumas crises existenciais, eu não sei nem se chega a ser uma carta mas aqui vai:
Da primeira vez fui abatido por profundo vazio existencial , um súbito ataque de desespero, por ter um amor gigantesco aprisionado em mim. Da segunda vez, porém, passei por dias tão horríveis quanto os primeiros, mas dessa vez por não sentir nada, não sentir minha própria vida, e ironicamente curei-me com o que antes me afligia. Tu.
Pois amo-te unicamente agora e basta pensar em ti para que a treva da alma se dissipe como a um raio de luz. Lembrei-me que o mundo é estúpido e a vida indigna de ser vivida, porém há a criatura que torna tudo isto tolerável e até delicioso e lembrei que um olhar teu compensa tudo quanto se possa sofrer — e sarei; a tristeza; o tédio fugiu; e a alegria, a joie de vivre reentrou a dominar-me. Tudo devido a ti.
Daí tu vês como te amo. De longe, sem estar sob o influxo embriagante da tua presença, à só lembrança da tua imagem, que me vem à mente quando ouço uma música ou vejo algo belo, lembro de ti como se girasse em camera lenta, com um sorriso infantil e um olhar blasé, ou relembro a voz que me acalma as angústias e enche minha alma de cores.
Queria que tu, como eu quando passamos a nos conhecer melhor, houvesse deixado para trás toda a bagagem emocional de outros relacionamentos falidos, carga pesada demais para mim e para você, e por andar de mãos atadas ao passado fadou ao fracasso tudo o que nasceu entre nós, ou que poderia nascer, já que esta é a história de um homem que se apaixonou e que amou sozinho, de um único coração a bater por dois.
essa carta, ou bilhete poderia ter sido escrita por qualquer um, na verdade eu nem sei porque escrevi, só sei que escrevi logo depois de desistir da ideia de por fogo na casa dela -n. Se você já assistiu o filme 500 dias com ela (500 days of Summer) eu posso dizer que estou em algum ponto do dia 350~450 mais ou menos, se ali na carta eu disse que melhorei, e sim, melhorei na hora, agora a montanha-russa da vida me jogou pra baixo denovo.
Da primeira vez fui abatido por profundo vazio existencial , um súbito ataque de desespero, por ter um amor gigantesco aprisionado em mim. Da segunda vez, porém, passei por dias tão horríveis quanto os primeiros, mas dessa vez por não sentir nada, não sentir minha própria vida, e ironicamente curei-me com o que antes me afligia. Tu.
Pois amo-te unicamente agora e basta pensar em ti para que a treva da alma se dissipe como a um raio de luz. Lembrei-me que o mundo é estúpido e a vida indigna de ser vivida, porém há a criatura que torna tudo isto tolerável e até delicioso e lembrei que um olhar teu compensa tudo quanto se possa sofrer — e sarei; a tristeza; o tédio fugiu; e a alegria, a joie de vivre reentrou a dominar-me. Tudo devido a ti.
Daí tu vês como te amo. De longe, sem estar sob o influxo embriagante da tua presença, à só lembrança da tua imagem, que me vem à mente quando ouço uma música ou vejo algo belo, lembro de ti como se girasse em camera lenta, com um sorriso infantil e um olhar blasé, ou relembro a voz que me acalma as angústias e enche minha alma de cores.
Queria que tu, como eu quando passamos a nos conhecer melhor, houvesse deixado para trás toda a bagagem emocional de outros relacionamentos falidos, carga pesada demais para mim e para você, e por andar de mãos atadas ao passado fadou ao fracasso tudo o que nasceu entre nós, ou que poderia nascer, já que esta é a história de um homem que se apaixonou e que amou sozinho, de um único coração a bater por dois.
essa carta, ou bilhete poderia ter sido escrita por qualquer um, na verdade eu nem sei porque escrevi, só sei que escrevi logo depois de desistir da ideia de por fogo na casa dela -n. Se você já assistiu o filme 500 dias com ela (500 days of Summer) eu posso dizer que estou em algum ponto do dia 350~450 mais ou menos, se ali na carta eu disse que melhorei, e sim, melhorei na hora, agora a montanha-russa da vida me jogou pra baixo denovo.
domingo, 23 de maio de 2010
meu inteiro de mim.
pra começar, jackzinho means causação, meu. seja qual for o lugar, qual forem as horas, seja qual for o clima, a temperatura, o equinócio, a sensação térmica, os fatores bióticos ou abióticos... causação detected, manolo.
o jackzinho te instiga a viajar. e tu vi-a-jas. viajas entre o volume um da trilogia de cinco, entre a quarta dezena e a segunda unidade, entre o orgulho de não admitir que ‘tás apaixonada (porque afinal paixão e mimimi são pra fracos) e o orgulho de se confessar completamente apaixonada (porque afinal paixão é pra fortes, pra causadores, exploradores). e, ah! EXPLORADOR combina com EXPLORADOR. é por isso que eu tô aqui.
tô aqui viajando through the waves com o jack_das_ondas, across the universe com o @42andres, através de tudo with my soulmate.
keep going with me, baby baby. mochilando nas galáxias.
o jackzinho te instiga a viajar. e tu vi-a-jas. viajas entre o volume um da trilogia de cinco, entre a quarta dezena e a segunda unidade, entre o orgulho de não admitir que ‘tás apaixonada (porque afinal paixão e mimimi são pra fracos) e o orgulho de se confessar completamente apaixonada (porque afinal paixão é pra fortes, pra causadores, exploradores). e, ah! EXPLORADOR combina com EXPLORADOR. é por isso que eu tô aqui.
tô aqui viajando through the waves com o jack_das_ondas, across the universe com o @42andres, através de tudo with my soulmate.
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