Do que eu tenho medo?
Eu tenho medo da estagnação e da falta de progresso.
Eu tenho medo de nunca alcançar todo o meu potencial e ser mediocre.
Eu tenho medo de ser esquecido... O passado... Notícia de ontem.
Eu tenho medo de desistir e ser passado para trás, desaparecendo à distância.
Eu tenho medo de magoar aqueles que eu amo, magoar a mim mesmo.
Eu tenho medo de me acomodar, entrar na mentalidade de "É assim que as coisas são".
Eu tenho medo de morrer sem deixar a minha marca.
Eu tenho medo de não sentir mais esses medos e apenas me deixar levar.
Esses medos me alimentam, eles nutrem a minha vontade.
Eu amo o meu medo.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Suicidal?
Eu nunca entendi porque algumas pessoas querem se matar.
Então, se você quer mesmo morrer, você obviamente não liga pra porra nenhuma e nem ninguém. Porque se outras pessoas te amam, você não está nem aí pra elas, ou pra como essas pessoas ficariam magoadas. E bom, ja que você não liga mesmo nem pra si mesmo, eu tenho uma proposta:
Porque ao invés de se matar você não vai lá fora? Saia de casa, saia da porra do país. Vá atrás de uma aventura, gaste o seu tempo fazendo alguma coisa incrível como ir a caça de alguns terroristas, vá ser James Bond, vá caçar um tubarão com um arpão. Perigo? Foda-se o perigo, antes você estava a caminho de uma morte 100% certa, qualquer coisa que você faça é mais perspectivamente seguro. Foda-se TUDO, cara, o mundo é a sua ostra.
Se eu fosse suicida, eu tiraria o revolver da boca, e atiraria pra cima, começaria uma revolução, VIVERIA. Se mudar pra Barcelona, ir de bar em bar pela noite, tranzar com várias mulheres. DSTs? Quem é que liga? Com certeza um suicida não.
E aí, quando você tiver feito de tudo, talvez você não queira mais se matar, porque terá vivido o maximo da vida e visto o quão belo é esse mundo.
Então, se você quer mesmo morrer, você obviamente não liga pra porra nenhuma e nem ninguém. Porque se outras pessoas te amam, você não está nem aí pra elas, ou pra como essas pessoas ficariam magoadas. E bom, ja que você não liga mesmo nem pra si mesmo, eu tenho uma proposta:
Porque ao invés de se matar você não vai lá fora? Saia de casa, saia da porra do país. Vá atrás de uma aventura, gaste o seu tempo fazendo alguma coisa incrível como ir a caça de alguns terroristas, vá ser James Bond, vá caçar um tubarão com um arpão. Perigo? Foda-se o perigo, antes você estava a caminho de uma morte 100% certa, qualquer coisa que você faça é mais perspectivamente seguro. Foda-se TUDO, cara, o mundo é a sua ostra.
Se eu fosse suicida, eu tiraria o revolver da boca, e atiraria pra cima, começaria uma revolução, VIVERIA. Se mudar pra Barcelona, ir de bar em bar pela noite, tranzar com várias mulheres. DSTs? Quem é que liga? Com certeza um suicida não.
E aí, quando você tiver feito de tudo, talvez você não queira mais se matar, porque terá vivido o maximo da vida e visto o quão belo é esse mundo.
domingo, 21 de agosto de 2011
Sacrifício na final da copa do mundo
Cansaço, apenas isso. Cansaço de si mesmo. Cansaço principalmente do cansaço.
Nós demandamos relações sociais menos complicadas, onde as pessoas se conectem umas as outras sem mesclarem entre si aspectos de outrem. Ser uma só pessoa é difícil, a maioria prefere ser várias pessoas em uma. Eu não sei se estou sendo claro e se não estiver, foda-se, eu estou bêbado. E as personalidades vão se misturando e se tornando uma só mente grupal, uma solução homogênea de pensamentos. Massa cinzenta. Sabe quando você pega toda a caixa de massa de modelar e vê todas as cores bonitas e pensa em misturar tudo pra ver se consegue atingir uma cor suprema mas o resultado de tudo é só um cinza sujo e as cores tão bonitas se perdem naquela bosta. As pessoas são assim também, elas se misturam e se perdem. Acosteceu comigo, aconteceu com você.
Eu to ficando irritado com tudo, estou sem graça, sem risos e quieto num canto e eu sei que não sou assim, por isso hoje eu acordei, me olhei no espelho,me dei um tapa, apontei um dedo na minha cara e disse "Vai se fuder, seu filho da puta! Viadinho! Eu não sou você, eu sou eu e agora eu vou tomar o controle da porra da minha vida, com licensa." Eu não sou essa merda que as pessoas querem me forçar a ser, eu não sou peixe morto e não vão me empurrar isso garganta a baixo. E hoje eu retomei o controle da minha vida, saí de casa e fui o meu melhor e o meu pior, fui um Deus e um mendigo, pq eu sou assim. Eu não sou a mediocridade coletiva, eu sou os altos e baixos de uma pesonalidade única.
Onda sonora. Batida do coração no eletrocardiograma.
Quem ja leu até aqui já deve ter percebido que o título era so pra prender a atenção, né.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Attention Whores
Eu estava lá sentado numa festa realmente tediosa quando surgiu um pensamento. "Ei, o que você está fazendo da sua vida?" E era Tyler Durden falando (vide "O Clube da Luta"). Eu deixei muita coisa de lado nos ultimos meses, muitos projetos e muitas pessoas, coisas que eu achava que não ia abandonar nunca mas que inevitavelmente acontece. Vou falar uma coisa sobre amizades e projetos, você pode deixar de lado os projetos e voltar depois de anos até a sua batcaverna e ver todos aqueles planos, reavivar a chama e por todos eles em prática, mas as amizades não são tão "estáveis" em relação ao tempo, algumas duram meio século sem nada mudar e outras chegam a ruína em menos de um ano. Eu não sei se alguém mais tem a mesma sensação que eu com relação a isso em particular (amizade), por exemplo, quando você era mais novo costumava fazer uma coisa muito bem, você costumava desenhar muito bem, por exemplo, e desenhava coisas muito fodas com esse talento, mas aí alguma coisa entrou no seu caminho e te fez pensar em outras coisas, agir de outra forma e muito tempo depois quando você tenta retomar o desenho e toda a alegria que aquilo te trazia, simplesmente não consegue, perdeu a prática e esqueceu. Isso acontece comigo de vez em quando e tem acontecido com relação a algumas das minhas amizades, eu simplesmente esqueci, desaprendi a ser um amigo, e isso me da uma sensação de vazio. Desliguei o videogame e já retomei o projeto que este blog já foi, de transcrever o que transborda da mente, o próximo passo é reaprender a ser Eu, o Eu que se perdeu em algum lugar aqui no meio, essa é a parte difícil, o resto já são cenas do próximo episódio.
O fim da eternidade.
Ele não amava simplesmente uma garota. (Estranhamente usou a palavra "amar" pela primeira vez e sequer parou o suficiente para olhar para a coisa se admirar com ela.) Amava um complexo de fatores: suas roupas, seu andar, seu jeito de falar, seus gestos e expressões. Menos de um quinto de século de vida e experiência se passou, numa determinada Realidade, para que aquilo fosse forjado. Não seria a mesma se um minimo fator da história humana fosse diferente, o que tornava essa Realidade única, a perfeição deste universo que É se define pelo único aspecto de que apenas nele o amor pode existir e não nos outros infinitos universos onde as suas estradas, por mais que se cruzem, nunca estarão juntas como aqui, agora. Em outro universo ela poderia ser, possivelmente, até melhor em alguns aspectos, mas de uma coisa ele tinha certeza: queria aquela ali, aquela que ele via naquele momento, nesta Realidade. Se ela tinha defeitos, queria os defeitos também.
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